Hélio - Bólides
Hélio Oiticica, foi um pintor, escultor, artista plástico e performático. Ele participou do movimento neoconcretismo e foi considerado um dos signatários do Manifesto Neoconcreto em 1959. Nas suas obras fazia com que o espectador participasse e vivenciasse o espaço.
Em 1963 deu início aos Bólides que são uma série de obras criadas por Oiticica, os bólides são objetos coloridos, geralmente feitos de madeira, vidro, latas e mais diversos tipos de materiais. Eles podem conter na sua estrutura compartimentos, aberturas, gavetas ou superfícies móveis, essas obras convidam o espectador a ter uma interação com elas. Exemplos de alguns bólides por Hélio Oiticica:
Bólide Vidro 15
Justificativa:
Acredito que se encaixa como não objeto pois há uma dimensão sensorial forte, não só visual, mas tátil, material, do toque principalmente. Não possui sentido claramente utilitário nem apenas estético, mas algo que deve ser vivenciado, propõe uma interação com o espectador
Bólide 09 – Caixa Vazada (1964)
Justificativa:
Acredito que também se relaciona com as características de não objeto pois não utilitário e desperta no espectador uma curiosidade e interação através das aberturas da caixa, provoca um desejo de olhar da obra, existe uma relação entre cor, forma, espaço e olhar.
Artista Cinético - Rebecca Horn
A artista cinética que pesquisamos foi a artista visual alemã Rebecca Horn, conhecida por suas obras em instalação, performance, escultura cinética e cinema. A artista tinha como característica a exploração do limite do corpo humano.
Concert for Anarchy
Um exemplo de obra que explora a característica cinética da artista é a obra “Concerto para Anarquia”. Seria um piano suspenso de cabeça para baixo que se abre, se transforma em algo com aspecto violento e desordenado. É um objeto que não está sendo usado na sua função projetada como é de costume, gera curiosidade, interesse e diferentes perspectiva no espectador.
Outra obra que me despertou curiosidade foi a White Body Fan, não é apenas uma escultura, é uma extensão do corpo, sem ele a obra fica “incompleta”. Enfatiza muito a característica da artista de explorar o limite, fazer como que o corpo seja participante e que o espectador se envolva com a obra e tenha diferentes perspectivas.
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