Partes que me chamou a atenção no texto “Teoria do não objeto” de Ferreira Gullar:
O não-objeto não é um antiobjeto mas um objeto especial em que se pretende realizada a síntese de experiências sensoriais e mentais” Esse é um trecho retirado do início do texto, acredito que significa que o não-objeto pode significar a fusão de experiências seja elas sensoriais ou mentais, não como algo para se admirar apenas, mas envolver os sentidos, a experiência do espectador.
Objeto no quadro cubista um objeto representado, não era algo realista mas sim a representação do que se vê.
Ao longo do texto é citado diversas vanguardas como cubismo, dadaísmo, surrealismo e como elas se enquadram nessa perspectiva de não objeto
Em um trecho destaca como a teoria do não objeto se aplica com mais precisão a obras que saem do comum, do esperado.
Reforça que não precisa de intermediação entre o espectador e o objeto.
O não objeto não se denomina como simplesmente algo abstrato.
Não se apega a pinturas, esculturas ou formas, apenas viver a experiência.
Para a obra se concretizar precisa de seu espectador atuar.
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